quarta-feira, 15 de setembro de 2010

É o meu Rio Grande do Sul...

Nessa semana farroupilha ocorreu um fato que todas as pessoas começaram a se perguntar: "por que raios uma pessoa carrega uma faca na sua cintura?" Alguns podem dizer que é só para ficar se mostrando, mas não é. Ela, a faca, faz parte da indumentária gaúcha. Quem estudou e frequenta CTG´s sabe disso.

Eu, que já frequentei um (e como tenho saudade do tempo em que dançava na invernada mirim...) digo que se a proibição desse item for feita, muito gaúcho instalado no Acampamento Farroupilha ficará insatisfeito. E pior, tomará isso como ofensa. Tenho um primo que nessa época anda pilchado todos os dias, e com a faca também. Em nenhum momento ele pensa em usar como arma.

É sabido que nessa época aparecem os "gaúchos de grife" (termo que ouvi no Programa Polêmica da Rádio Gaúcha de um entrevistado na rua) que compra toda a pilcha só com uma intenção: a de aparecer. É bonito tirar fotos trajando a pilcha, mas que honre o que veste. É sabido também que álcool modifica o cérebro das pessoas. Pense comigo: imagine uma pessoa bêbada ofendida com uma faca, faz dela gato e sapato. A faca não é o problema, mas sim a pessoa que a carrega.

Quem foi ao Acampamento Farroupilha sabe que existem os mais diversos públicos. Tem os que estão ali para honrar e se divertir e outros que gostam de arrumar confusão. No programa referido votei contra a proibição. E ai, qual é a opinião de vocês em relação a tudo isso?

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Minha série favorita parte 01

Algumas séries são eternas. Outras porém não merecem ser relembradas. Mas esse post, o primeiro de muitos, fala justamente da primeira afirmação. Sou seriadomaníaca, viciada nos enlatadinhos seja norte-americanos ou japoneses.

Como primeiro vou comentar sobre uma série onde o cara fazia uma bomba a partir de uma goma de mascar, o eterno MacGiver. Quem não se lembra das inúmeras peripécias de Richard Dean Anderson, ao criar inúmeros objetos insólitos. Até hoje me lembro dessa bomba fabricada e comigo pensava: "meu Deus, será que isso é possível?". E lá ia eu tentar imitar o cara. É claro que nunca conseguia.

A série teve sete temporadas e foi exibida entre os anos de 1985 a 1992, pelas emissoras Rede Brasil, Bandeirantes e Globo. Agora fica a pergunta: o que MacGiver faria com as novas tecnologias do século XXI? Iria ser muito interessante: internet, wi-fi, celulares... Bem que poderia ter um revival da série, ou um filme. Para quem admira o trabalho de Anderson, ele atuou na Stargate SG-1. Mas essa fica para outro post.

Era isso.

Abraços




Sobre minhas paixões....


Prezados leitores, peço desculpas por não postar nada depois de criar este pequeno espaço de comunicação. Mas como de passado vive museu, vamos lá. Tenho inúmeras paixões, que vão desde assistir um filme várias vezes (sim, já perdi as contas de quantas vezes fiz isso... Titanic então, nem conta, rsrsrsrs...), ouvir canções que alguns amigos se ficam perguntando: por que a louca ouve uma música em chinês? Mas amo os cantores chineses Wang Lee Hom (pesquisem no Santo Google...) e do astro Andy Lau (o cara canta, atua, produz e ainda faz bicos de modelo).

Esse último me apaixonei pelos filmes. O primeiro foi o grande "O Clã das Adagas Voadoras". Depois descobri que ele cantava, onde baixei minha primeira música intitulada "Lian Xi".
Para alguns, ouvir música é só ouvir em português e inglês, mas digo que devemos nos aventurar por outros mundos, deixar as falsas primeiras-impressões de lado. Foi exatamente o que fiz. Agora não paro de ouvir músicas orientais. Infelizmente aqui no Brasil não há tanta variedade nesse ramo (tanto fonográfico como cinematográfico), mas já está de bom tamanho.
Adoro que todo o domingo tenha o bom e suculento churrasco. Como gaúcha nata, não acredito que exista pessoas daqui que não gostem. Mas como no parágrafo acima, adoro me aventurar em outras gatronomias, que vão desde a tradicional italiana até a exótica tailandesa. Enfim essa sou eu. Estou aqui para contribuir com vocês, aceito críticas e sugestões. Obrigada.